101 coisas em 1001 dias ♥

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sábado, 31 de julho de 2010

12 – Esse voltou para a estante... ♥

Ahh, pensar nesse foi fácil. Há um livro que eu comprei há alguns meses porque 1) estava muito barato; 2) li resenhas falando maravilhas da história. Porém, já faz mais de 3 meses que comecei a lê-lo e até hoje não passei da página 70. 
 Ok! Ele não é bem um livro que eu queria muito, muito ler. Comprei por aquele 2 motivos lá de cima, mas é o que mais se encaixa nessa categoria. Espero algum dia conseguir terminar de ler Melancia, apesar de não estar nenhum pouco empolgada.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

11 – Por que fizeram isso com o livro? ♥

Logo que eu li o caderninho de hoje, pensei: "Ih, ferrou!". Meu primeiro pensamento foi esse porque ao dar uma pensada rápida em todos os livros que eu li, lembrei apenas de Querido John e A última música. O primeiro, bem, não posso falar mal do filme, já que esperava mais tanto dele como do livro. Quanto ao último, não posso reclamar do filme, porque eu gostei bastante (tirando a Miley como protagonista). E, então, recorri ao skoob. Passei o olho livro por livro e quando eu menos esperava um livro "saltou" a minha frente.
 Sim, eu tenho a memória realmente curta. Nem me lembrava de Twilight antes de ver os livros na lista do skoob, rs. Mas foi bater o olho e eu soube. Sim, Crepúsculo é o filme que encaixa completamente em "tem cada adaptação pro cinema que nem Jesus salva!". Amei o livro, fiquei horas e horas na frente no computador lendo, sem conseguir parar. Depois, fiquei na expectativa de ver o filme. E acabei demorando quase um ano para fazê-lo. Isso mesmo! Fui assistir Crepúsculo quase 8 meses depois dele ter sido lançado.

Todos que eu conhecia que já tinham lido o livro me disseram que o filme era uma decepção. Ou que esperavam mais. Foram raros os que gostaram. E eu fiquei com um enorme receio de ver e me decepcionar. Mas depois de muita insistência de uma amiga, que estava programando da gente ver Lua Nova numa turminha no cinema, eu acabei me rendendo e assisti. Aconteceu aquilo que eu tanto temia: decepcionante. O filme é sem graça, artificial, a atuação dos atores deixa a desejar. Então, ele é o meu escolhido.

E volto a dizer, Crepúsculo deveria ser regravado. Em Lua Nova e Eclipse todos provaram que são capazes de fazer melhor, então, porque não melhorar a imagem do melhor livro da saga?

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Sussurro ♥

 
Li esse livro por pura curiosidade. Li, certo dia, algumas pessoas falando sobre ele no twiter. Se não me engano, era sobre o lançamento do livro do Brasil ou algo assim. Procurei por ele no skoob e adicionei nos meus livros a ler. E como a maioria dos outros 187 livros que eu tenho nessa categoria, caiu no esquecimento (sim, metade dos livros que quero ler só me lembro quando vou no skoob).

Bem, outro dia a Vaca e a Monga estavam comentando sobre ele. E eu simplesmente boiei na conversa, porque sequer lembrava da existência do livro. Sim, tenho memória curta, como deu pra perceber (ao menos para alguns assuntos). E, desde então, Sussurro passou a ser assunto constante, no msn e em blogs que sempre visito. E a minha vontade de lê-lo ficou extremamente aguçada. Como é um livro lançado recentemente, as minhas chances de encontrar o e-book eram quase nulas, mas ainda assim fui atrás. E a minha surpresa foi enorme ao encontrá-lo, um e-book muito bom, na verdade.

Mal terminei de ler Portrait e comecei a devorá-lo. Queria muito conhecer Patch, aquele de quem tantas falavam e inclusive suspiravam. Achei num blog (Um livro no chá das cinco) uma comparação que me fez rir na ocasião, mas agora eu concordo plenamente. Se os vampiros te encantaram, os anjos te conquistarão. E, sem dúvida, fui completamente conquistada pelo anjo caído/anjo da guarda Patch Cipriano.

Não nego que no desenrolar do livro eu me peguei comparando o mesmo com Crepúsculo. Foi inevitável. São vampiros e anjos, espécies completamente diferentes, mas que no contexto acabou desenvolvendo as suas semelhanças. Tirando essas poucas cenas, o restante não tem nada a ver. Enquanto Crepúsculo apela para o lado romântico, Sussurro é envolto em mistérios. A cada página, há algo novo, um motivo que te leva a ler a página seguinte e outra e outra. E quando você acha que o mistério vai ser revelado, surge outro, não te deixando conseguir parar de ler. Foi duro ir dormir e deixar o livro pra trás. E, numa rara ocasião, acordei rápido e feliz as 7 horas da manhã, sabendo que quanto antes eu ficasse pronta para sair com minha mãe, mais tempo eu teria para ler até que realmente saíssemos.

Eu queria saber, queria desvendar todos os segredos de Patch e dos ataques malucos que Nora sofria. Uma voz lá dentro me dizia que Patch era mal, mas eu não queria acreditar. Não queria que ele fosse mal. Mas depois me dei conta, que assim como Nora, mesmo que ele fosse mal, eu conseguiria me apaixonar por ele. Tolo e idiota pensar assim, não? Não depois de ler Sussurro e conhecer Patch a fundo.

Terminei o livro com gostinho de quero mais e ficarei esperando ansiosamente pela continuação, Crescendo.

10 – Eu devia ter nascido nessa época... ♥

Ahh!! Não preciso nem sequer pensar para responder sobre isso. Sou uma completa apaixonada pelos romances históricos. Diria até que são o meu estilo literário preferido. É uma pena que a maioria deles sejam romances de banca. Quando começo a ler livros de outra época eu rapidamente me transporto para aquela outra época, querendo vivenciar os costumes, as regras e, claro, um romance a moda antiga. Na maioria das vezes me pergunto se eu conseguiria sobreviver em meio a tantas coisas distintas a qual estou acostumada no mundo de hoje. E a resposta quase sempre é não. Mas isso não me impede de "entrar" na história e sonhar que estou ali, ao lado da mocinha (ou até mesmo sendo ela) e do mocinho ( que, diga-se de passagem, naquela época estavam mais para grosseirões arrogantes e cheios de si, mas que eu adoro *-*).

Por essas e outras, que dos 10 livros que tenho atualmente na minha lista de favoritos do Skoob, 5 são romances de época. E como a pergunta não fala nada de escolher um livro, citarei todos eles, rs:

9 – Queria ser má que nem ele ♥

Queria ser má como... E pensando no que responder me dei conta que não há nenhum personagem que eu gostaria de seguir. Então, pra não deixar o caderninho de hoje sem resposta, me concentrei na outra parte da 'pergunta': Gente, tem personagem que é mal, mas você ama. Como faz?. Agora sim! Pensando por esse lado, há um personagem que aparece unânime na minha mente.
E não. Não escolho Damon pelo ator, pelo menos não completamente, rs. Eu gosto do Damon. Apesar de ser um vampiro malvado, ele conseguiu me cativar e conquistou um espaço do meu coração. Ok! Essa última parte eu confesso que aconteceu devido ao gato e gostoso Ian Somerhalder. Mas, enfim, de todos os personagens que já fui "apresentada" ele é o único vilão que me conquistou de alguma maneira.

terça-feira, 27 de julho de 2010

8 – Minha mãe adoraria tê-lo como genro. ♥

Ok! Finalmente chegamos a melhor pergunta do caderninho literário. Aquela pela qual eu quase surtei ontem. Desde que eu a li, eu sabia que seria a mais fácil de todas. Já tinha até mesmo um nome e uma imagem em mente. E pra reforçar ainda mais a minha decisão de que ELE era o homem ideal para mamãe querer como genro, fui ver seu mais recente lançamento no cinema. Já sabem de quem estou falando, neh? Sim, meu lindo e gostoso futuro marido, Jacob Black *-*
Olhem e me digam se ele é ou não é o homem ideal para casar comigo? Ok! Mas também não precisa ficar olhando demais. Tá vendo como não foi nada difícil escolher?

Ops... Mas eu preciso confessar algo. Eu escolho Jacob Black por causa do ator atrás do personagem e não por ele em si. Isso vale? Ok, ok! Já ouvi sonoros não por aí. Que culpa eu tenho se passei a amar incondicionalmente o Jake depois que escolheram o homem mais sexy dos últimos tempos para interpretá-lo? Tá, vamos deixar meu Taylor de lado, então.

Bem... Se não é o lobinho mais charmoso do mundo, acho que fico com o gostosão e todo poderoso Roarke. Tenho certeza que mamãe ia adorar se eu me casasse com ele. Que mãe não gostaria? Aquele homem, apesar de seu passado obscuro, é o sonho de consumo de 10 entre 10 leitoras da série Mortal.

Ihhh, é concorrência demais. Mamãe que escolha outro genro! Deixa eu pensar... John? Não, esse seria outro que eu escolheria por causa do ator do filme, por quem eu babo desde que o vi dançando em Step up. Ai ai! Quisera eu dançar coladinha com aquele Deus Grego!

Ahhh, não me importaria de forma alguma em me casar com o arrogante, mas irresistível Lord Edward Rawlings (A Rosa do Inverno). Viveria completamente feliz até se fosse obrigada a voltar no tempo e ter que viver em outra época. Ai Deus! Imagine a minha pessoa entrando de braços dados com esse homem maravilhoso num salão de festa cheio de gente? Imagine a cara de inveja das mulheres! E dançar com ele! OMG! Eu acho que desmaiaria. E depois de dançar com ele, ainda poderia dançar com seu sobrinho, o Duque Jeremy Rawlings (Portrait of my heart). Pensando bem, eu poderia muito bem estar casada era com o sobrinho e dançar com o tio! Eu seria uma duquesa!! Me senti, agora.

Tá! Não vou arrumar um genro pra mamãe só pensando no dinheiro dele ou no que o nome dele pode me oferecer. Não sou interesseira. Como mamãe disse hoje à tarde, sou pobre e sou feliz, rsrs. Pra vocês verem como não sou interesseira, vou até arrumar outro marido.

Ian... Ahh, Ian! Por você eu também viveria em outra época. Por você eu dançaria tango no teto (hahaha). Ops, mamãe quer saber qual o sobrenome dele, e agora? Como eu conto a ela que ela tem dois genros que chamam Ian? Sim, dois. Não precisa fazer essa cara. Que culpa eu tenho se os dois Ian são possíveis candidatos a meu furutor marido.? Nenhuma! Afinal, vocês não podem esperar que eu decida entre Ian Thorton (Alguém para amar), que é o príncipe encatando dos meus sonhos, um dos homens mais dignos de amor que eu já conheci (leia-se li) e Ian Moore (Muito mais que uma Princesa), que é o diplomata mais encantador e extremamente charmoso que eu já conheci (leia-se li)? Impossível!

Oh... Patch! Conheci Patch nas últimas noites e confesso que não há como não ficar apaixonada por ele. Seu jeito todo misterioso deixa a minha cabeça maluquinha! E imagine, então, quando mamãe souber que ele é um anjo!! Ela vai adorar ter um genro anjo. Acho que toda mãe prefere um genro que seja um anjo, não literalmente, mas de verdade. Porque assim elas terão a certeza que suas filhas estarão sempre a salvo.

Ok! Que não chegue aos ouvidos de mamãe sobre o passado de Patch como anjo caído, senão, adeus vontade de que ele seja meu futuro marido.

Deus!! São tantas opções! Tantos homens com quem eu gostaria de dividir a minha vida futura... E todos dariam ótimos genros... E sem dúvida, ótimos maridos, em todos os quesitos (tenho certeza que as pervertidas já pensanram besteira, mas podem pensar, porque foi nisso mesmo que eu estava pensando, haha). Decisão difícil!!! Muito difícil! Alguém tem uma dica de como eu possa resolver o meu dilema? Mamãe mandou? Dois ou um?

Ahhh, quer saber, vou simplificar as coisas! Vou me casar com todos!! Assim mamãe vai ter genros de todos os tipos e não terá porque reclamar. E eu... eu, bem, vou viver a vida maravilhosa de uma esposa rodeada de maridos perfeitos...

segunda-feira, 26 de julho de 2010

7 – Esse casal dá diabetes ♥

Preciso dizer mais alguma coisa? Acho que não! Todos concordam comigo que Edward e Bella eram um casal diabetes total. Mas não nego que eu adorava, haha. Li e reli Crepúsculo sempre atrás de cenas e mais cenas entre eles.

Sim! O caderninho de hoje será só isso. Estou super hiper mega decepcionada =( Eu jurava que a pergunta de hoje era sobre o genro que mamãe pediu a Deus. Passei o dia escolhendo meu futuro marido e quando chego no blog... pluft! Era outra coisa! Decepcionante, pra não dizer outra coisa ;;

domingo, 25 de julho de 2010

Retrato do meu coração ♥

Já faz alguns dias que fiquei sabendo da existência desse livro. Meses, na verdade. Me lembro que na ocasião fiquei feliz com a perspectiva de ler uma continuação de A rosa do inverno, um livro que me agradou muitíssimo. Ah, e claro. Ri horrores com a vaca tentando me falar o nome do livro, rs. Bem, ela me mandou o livro, mas eu acabei não lendo. Sexta-feira, querendo ler um romance de época, aceitei a sugestão da vaca e comecei a ler Portrait.

Já na primeira cena, eu soube que o livro me prenderia e só me deixaria em paz quando eu o lesse até o fim. E foi exatamente isso que aconteceu. Ontem, mesmo quase dormindo na mesa do computador, aqui estava eu, lendo, sonolenta, trocando o nome Jerry por Jamie, mas nunca deixando de sorrir abobalhada a cada cena que Jerry aparecia. Não que ele fizesse piadas sempre que aparecia, mas eu não pude deixar de sorrir durante a leitura.

As melhores cenas são, sem dúvida, aquelas que Jerry conversa com o tio Edward. Não são muitas, mas quando acontecem são ótimas. Senti falta de mais cenas entre Pegeen e o sobrinho, porém não nego que uma das únicas que aconteceume arrancou risos. A vontade de reler A rosa do inverno foi imensa! Quem sabe eu o faça depois...

Mag. A melhor amiga de Jerry, aquela que era a única a não fazer as vontades do pequeno duque, quando ainda eram crianças. Ambos cresceram e Jerry acaba colocando a moça numa situação constrangedora ao serem pegos por Edward nas cavalariças. E eis que nesse ponto me senti ligeiramente desgostosa com o livro, pois tudo aconteceu rápido demais. A amizade virou amor num estalar de dedos e tudo ficou meio falso, pelo menos ao meu ver.

Esquecendo esse detalhe, dei continuidade a leitura. Jerry vai para o exército e Mag para Paris, onde estuda pintura e se transforna numa verdadeira artista. Eles se reencontram quando Jerry volta da Índia, onde servia, justamente por saber que Mag está noiva. Segue, então, uma verdadeira "batalha" de Jerry para conquistar o amor de sua adorada Mag. Ele, claro, usa de todo o seu poder de sedução para fazê-lo. Mas não seria assim tão fácil, ainda mais quando a senhorita Herbert acredita fielmente que seu amado está noivo da Estrela de Jaipur, fato que rende várias cenas divertidas.

É um livro de época com uma doce história de amor, que com certeza levarei na memória. Porém, sempre que me lembrar dela, serei obrigada a lembrar, também, que o final deixou a desejar. Tudo aconteceu rápido demais, deixando assuntos importantes inacabados ou acabados sem dar o devido valor. No meu ponto de vista, Cabot se perdeu completamente no fim, assim como aconteceu algumas vezes durante o livro (quanto a esse último, espero estar errada e tais erros serem devido a tradução da obra, uma vez que a mesma não foi lançada oficialmente no Brasil). 

Ok! A minha decepção pode ser fruto de minhas expectativas. Eu tento, juro que tento não ficar mais esperando muito dos livros, mas é mais forte que eu. Desde que comecei a ler, imaginei que o nome do livro, Retrato do meu coração, levando em consideração que Mag era pintora, era porque a mesma iria fazer um quadro que retratasse o que seu coração sentia. Que fosse Jeremy ou qualquer outra coisa que a lembrasse dele. Sendo assim, sorri quando o quadro de Jerry surgiu na exposição de Mag, mas as coisas que acontecem a seguir são decepcionantes. A autora não só joga no lixo uma das que poderiam ser a melhor cena do livro como também acaba com o encantamento que eu esperava sentir ao lê-la.

Se eu tivesse lido o livro ontem, esse entraria para o primeiro lugar da lista dos livros que eu mudaria o final. Afinal, um livro que tinha tudo para ser lindo e entrar para a minha lista de favoritos, assim como A rosa do inverno, acaba deixando a desejar por causa do final.